Neste sábado (25/07), a Colônia de Pescadores Z9 Apolinário de Araújo, de Cananéia (SP), oferece à comunidade a palestra “Exercício da Cidadania” do advogado Emerson Souza Gomes. O objetivo é explorar os meios legais para garantir os direitos dos pescadores artesanais, que sentem dificuldades no desenvolvimento da profissão. O evento gratuito e aberto a toda comunidade que depende direta ou indiretamente da pesca artesanal, será na sede da entidade, localizada na rua Silvino Araújo, nº 85, Centro, em Cananéia (SP) às 19h.

Emerson é sócio do escritório Pugliese e Gomes Advocacia, tendo atuado junto à instituições do terceiro setor, Como representante jurídico da entidade, o palestrante abordará temas como Seguro Defeso, Ministério da Pesca e a autonomia da Colônias de Pescadores . “A idéia é propor um bate-papo com os pescadores, que não sabem como fazer valer seus direitos.”

O presidente da Colônia de Pescadores Z9 Apolinário de Araújo, destaca que a recente implantação do Ministério da Pesca deve ser um assunto levantado pelos profissionais e discutido. “A burocracia que sentimos no Ministério do Trabalho em relação à previdência, por exemplo, é uma dificuldade que não queremos sentir no novo Ministério”, explica.

O quê: palestra “Exercício da Cidadania”

Quando: 25/07 às 19h

Onde: rua Silvino Araújo, nº 85, Centro, em Cananéia (SP) – sede da Colônia de Pescadores Z9 Apolinário de Araújo.

Quanto: gratuito

Amanda Alves-Jornalista
Apoio Comunicação + Marketing
www.apoiocomunicacao.com.br

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A Prefeitura Municipal da Estância de Cananéia, Estado de São Paulo, CONVIDA a população para participar da AUDIENCIA PUBLICA a ser realizada no dia 30 de Julho de 2009, às 10:00 horas, nas dependencias do Departamento Municipal de Educação, sito à Rua Paulo Porfírio Paiva, S/N – Bairro Rocio – Estância de Cananéia – SP, para debates da Proposta Plurianual para o quadriênio de 2010 à 2013, em cumprimento ao disposto do artigo 48, parágrafo único, da Lei Complementar Nº101, de 04/05/2000 e do Artigo 44 do Estatuto das Cidades.

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A Prefeitura de Cananeia divulgou edital para processo seletivo simplificado de provas visando a contratação de servidores para preenchimento de funções temporárias. São oferecidas 11 vagas para diversos níveis de escolaridade.

Os cargos são para professor de educação física, costureira, monitores de corte e costura, crochê, bordado, pintura em tecido, pintura em tela, silkscreen e musica (banda). Os vencimentos variam entre R$ 465 e R$ 1.090, com carga horária entre 20 e 40 horas semanais.

Inscrição

Para fazer a inscrição, é necessário que o candidato esteja munido de documentos para o preenchimento completo da Ficha de Inscrição, nos próximos dias 23 a 26 de março, no horário das 08h às 11h30 e das 13h às 17h00, na Rua Juvenal da Silva Fraga, nº420, bairro Rocio, em Cananéia.

A taxa de inscrição varia entre R$ 15 para alfabetizados, R$ 35 para os de nível fundamental completo e R$ 50 para o de nível superior.

Prova

Os candidatos serão avaliados através de prova objetiva ? versando sobre português, matemática e conhecimentos específicos. Haverá também prova prática para todos os cargos. A data da prova objetiva foi definida para o dia 05 de Abril. O candidato poderá retirar o Edital Regulador do Concurso Público no endereço eletrônico www.apiceconcursos.com.br ou www.cananeia.sp.gov.br.

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Moradores, educadores e demais interessados na questão da educação escolar indígena de Cananéia podem participar do encontro do dia 24, na Casa Paroquial

A educação indígena de Cananéia inicia as aulas este ano com um cronograma bem diferente. De março a agosto deste ano, elas serão preparadas para a I Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, a realizar-se em setembro, em Brasília.

Esse processo preparatório para a conferência acontece diretamente nas escolas indígenas, explica a diretora de educação e vice-prefeita Maria Rita Basso; “nesse primeiro momento vamos iniciar visitas e debates nas comunidades educativas indígenas de Cananéia, e finalizar com um documento-final que será encaminhado para a Conferência Regional, no dia 27 deste mês”.

Esse tipo de iniciativa é de extrema importância para a comunidade indígena da cidade, onde poderemos discutir, refletir e buscar soluções para a educação. Além disso vamos buscar a participação de todos que trabalham para a construção de uma educação indígena de qualidade na comunidade, para discutirmos os problemas vividos e o que deve melhorar”, comentou Maria Rita. Em Cananéia essa primeira etapa nas comunidades indígenas começa na próxima semana, com a Ilha do Cardoso e bairro Rio Branco, com a participação de um professor-mobilizador de cada comunidade, a supervisora de ensino Adenilda Pereira Moreira Suyama, o Padre Víctor Hernández e a diretora de educação Maria Rita. No dia 24 deste mês, ambas as comunidades indígenas estarão reunidas na Casa Paroquial da cidade para o último encontro antes do Regional. Todos os interessados na questão da educação indígena de Cananéia podem comparecer.

A cidade participa da Conferência Regional de Educação Escolar Indígena da Região Sul, entre os dias 27 de Março e primeiro de Abril. A dinâmica se inicia com a discussão dos participantes – indígenas e não indígenas – sobre as prioridades discutidas anteriormente dentro de cada comunidade. Em seguida, cinco mesas-redondas que orientam os debates: educação e territorialidade; políticas pedagógicas da escola; ciência pedagógica e a pedagogia indígena; gestão e financiamento da educação; participação e controle social; diretrizes para a educação escolar indígena.

O terceiro e último momento será a Conferência Nacional, em Brasília, onde participarão 600 delegados eleitos na Conferência Regional, que vão expor o que foi discutido nas duas etapas anteriores, escolhendo coletivamente as prioridades para a melhoria da educação indígena. O produto final da I Conferência Nacional será um documento, contento deliberações para as políticas públicas de educação escolar indígena consensuadas pelos delegados na etapa nacional, que será distribuído para as escolas, Secretarias de Educação de Estados e Municípios, Universidades, Organizações Indígenas, FUNAI, CNPI, e entre outros parceiros da Conferência Nacional.

Fonte: Bárbara de Aquino – Assessoria de Imprensa

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Rio de Janeiro – O Brasil tem quase 200 mil estudantes indígenas na educação básica, que freqüentam 2,5 mil escolas em todo o país, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). No entanto, o modelo de ensino aplicado nas aldeias não atende às especificidades dos conhecimentos tradicionais e esbarra na falta de estrutura das escolas e na divisão de competência entre as três esferas de governo.

Para tratar essas questões, o MEC organiza para setembro de 2009 uma conferência nacional. Além de integrantes dos 225 povos do país, que têm vagas garantidas, o ministério quer reunir representantes de governos e de organizações da sociedade, cerca de 600 pessoas. Os encontros preparatórios começam em dezembro deste ano, com pais, alunos, professores e liderança indígenas, nas próprias escolas.

De acordo com o coordenador de Educação Indígena da Secretaria de Educação e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem Baniwa, a conferência abordará principalmente a construção de um modelo educacional que contemple as tradições e o calendário indígena. “Não se trata de criar leis ou modelos administrativos, mas atender aos princípios de interculturalidadde que já estão previstos em lei.”

Para Baniwa, as escolas indígenas devem seguir um projeto pedagógico próprio, que integre a vida das comunidades, valores e conhecimentos tradicionais aos conhecimentos científicos. “A educação indígena não pode ser organizada por séries, disciplinas, carga horária e ano letivo. Esse modelo não diz respeito à realidade indígena”, afirmou ao lembrar os feriados nacionais em contraposição ao calendários de festas, rituais e pescarias.

O projeto pedagógico de uma escola indígena, destacou o coordenador, também deve privilegiar professores com conhecimentos específicos das etnias, como a língua, e que estejam preparados para lidar com toda a diversidade das comunidades, especificamente na educação. “Isso é uma coisa, séria e urgente. Os concursos públicos não atendem essa demanda”, acrescentou.

Os encontros preparatórios para a 1º Conferência Nacional de Educação Indígena começam em dezembro, com a mobilização das escolas. Depois haverá 18 encontros regionais, com representantes de governos e da sociedade, em geral. O primeiro reunirá cerca de 25 povos da região do Rio Negro, na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM).

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Matéria publicada em 11/2008

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